Lembro-me daquele tempo em que pensava: o ano 2000, vou ter 24 anos e vou ser velha. De repente, já passaram 16 anos e fiz 40.
Lembro-me de ter feito 21. Era 1997 e o mundo estava ainda cheio de futuro, promessas e coisas nobres.
Este ano fiz 40 e o mundo é agora muito diferente. Cheguei talvez a meio da minha vida. Pergunto-me que futuro há, que promessas restam.
Como não sei a resposta (há respostas?), decidi que a única solução é viver no presente, sem antecipar o futuro, sem revolver o passado.
Somos uma soma, um caminho.
O meu continua agora.
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